Agora não havia escapatória: passava da hora de enterrar aquela pica em meu cu. Levando-me de volta pra cama, Wander deu o tom da situação. Deitando-se de costas, disse: “Vira, quero que você sente na minha pica, assim você controla a penetração”. Era realmente a melhor maneira. O negão devia estar acostumado a arrebentar as pregas de mocinhas incautas por aí. Posicionei-me sobre ele. “Vem cá… deixa e te chupar mais um pouquinho… aproveita e molha direitinho a cabeça do meu pau”. Dada a ordem, iniciamos um delicioso 69, onde Wander atolava a língua em meu cuzinho alargado e eu me esforçava para engolir aquela cabeçorra, babando abundantemente.
Não ficamos muito tempo nessa posição. Sem demora, Wander parou de me chupar e pude sentir um objeto gelado me penetrando. Olhei pra trás, ele me fitava sorrindo: “Vamos lubrificar esse rabinho, pra entrar bem gostoso”, disse quase esvaziando um tubo de KY em minhas entranhas. (Não adepta de lubrificantes, mas nesse caso era questão de segurança).
Com meus intestinos besuntados, posicionei-me finalmente, sobre o pau de Wander, de cócoras, abrindo bem as nádegas com as mãos. Mirando a cabeça de seu pau bem no olho do meu cu, Wander disse: “Vem”.
E eu fui. Deixando a gravidade fazer sua parte, relaxei meu corpo, iniciando assim o longo trajeto até a penetração completa. As linguadas, o plug e o lubrificante tinham realmente facilitado bastante as coisas, mas ainda assim a dor foi inevitável. Quando a cabeça daquele pau me invadiu, gemi alto. “Pra uma puta, até que você é bem apertadinha”, disse Wander. “Não por muito tempo”, retruquei. E deixei meu corpo descer mais um pouco. A pica avançou mais alguns milímetros. Suspirei forte e mostrei decisão. Soltei o quadril mais uma vez. A cabeça passou, a dor cresceu. Fechei os olhos. Mais uma sentada. E outra. E pronto. Metade daquela pica já estava dentro de mim. O pior tinha passado. Relaxei. Suspirei outra vez e fiquei excitada com os gemidos de Wander. Mais uma sentada e senti meus intestinos se abrindo – e ainda restava muita pica. Soltei o corpo uma, duas, três vezes e voila: senti as bolas batendo em minha bunda. O negro soltou um urro. Eu fechei os olhos e fiquei ali, sentindo aquela ardência, sentindo meu cu latejar, todo arrebentado: eu acabara de ser empalada. Era como se a pica de Wander fosse sair em minha boca. Achei que morreria ali, com aquela mandioca plantada em mim, lá no fundo. Sentir um pau assim é como estar drogada. É uma experiência de quase morte. Os sentidos fenecem. Toda energia do nosso corpo parece se concentrar no cu, fustigado pela quentura daquela pica. Éramos um só corpo, eu e meu nêgo: éramos yin e yang.
A dor foi passando, me sentia anestesiada agora. Nua em pelo, com uma tora atravessada em minhas entranhas, meu corpo era um arrepio só. O pau de Wander pulsava dentro de mim. Num esforço para recuperar os sentidos, iniciei então uma suave cavalgada. Meu cu, já acostumado com a situação, retribuía-me a dor que eu lhe infligira com sensações maravilhosas. Subi, desci, subi. E repeti esse processo várias vezes até atingir uma velocidade aprazível. O arrombamento tinha se concretizado. Meu cu, hospitaleiro dizia, de portas abertas: “Bem vindo! Fique à vontade, a casa é sua”. E Wander entendeu o recado e ficou bem à vontade mesmo, passando a retribuir minhas sentadas com estocadas violentas. A cada cravada, um gemido. A energia concentrada em meu cu espalhava-se agora por todo meu corpo e eu pulava naquele pau com dedicação. “Você dá arrebentando meu cu, seu puto”, falei. “Tá rasgando minhas tripas, sabia?”. “Não era isso que você queria, vadia? Sentar na pica do negão? Vou tirar sangue do teu cu”. “Tira, seu escroto, tira sangue do meu cu, me rasga toda, me arregaça com essa pica”.
Eu estava insana. Erguia meu corpo ao máximo e deixava-o cair novamente, sentindo aquele pau me atravessando, como se já fosse parte de mim. Wander estava decidido a me prejudicar, pois maltratava meu cu com estocadas possantes, explodindo seu quadril contra minhas nádegas suadas.
“Vira, puta, vira”, ele disse. Saí de cima e fiz o que ele pediu. Quanto tirei seu pau de mim, pude sentir meu cu todo aberto e melado. Pondo-me de quatro, Wander tornou a abrir minha bunda. “Tô abrindo uma cratera no teu cu, putinha”, disse ele. Em seguida investiu novamente contra meu rabo, penetrando brutal e profundamente. Era ele quem dominava a ação agora, segurando-me pelo quadril e metendo, metendo, metendo sem só. Meu cu, em chamas, queimava. Meu corpo era arremessado pra frente a casa estocada. Suas bolas batiam contra minha boceta com violência, me deixando louca de tesão. Wander ia para trás e voltava com tudo, quase me partindo em duas. Eu gemia, gritava, urrava como uma puta, uma cadela no cio, de quatro, com um pau enterrado no cu, até o talo. Era isso que eu buscava naquela noite. Queria me sentir uma puta, queria me sentir usava e abusada, queria ser invadida, comida com vontade, queria morrer com uma pica no cu. E era isso o que Wander estava me proporcionando.
Então ele disse: “Vou encher teu cu de porra”, e sem demora explodiu. Senti seu pau latejando dentro de mim e os jatos de esperma sendo arremessados com força, cuspidos lá no fundo de minhas tripas, lavando meu reto num enema delicioso. Wander gritava coisas desconexas, enlouquecido: “Poooorra, puta gostosa… toma minha porra nesse cu, tô te enchendo de porra, toma, toma”. E eu tomava, sentia meu cu ser inundado e, no auge do tesão, minha boceta se contraiu num orgasmo inesperado, que fez meu cu se contrair repetidamente, proporcionando a Wander uma sensação que, tenho certeza, ele jamais esquecerá.
Aproveitamos cada minuto daquela euforia. Deitei meu corpo, sem tirar o pau dele de mim, e senti-o quedar sobre mim, exausto, respiração pesada, extenuado. Virei a cabeça na direção dele e recebi um beijo gostoso: um beijo de gratidão. Não falamos nada por um longo tempo. Ficamos ali, curtindo aquela sensação, enquanto o pau dele amolecia dentro de meu cu.
Felizes, dormimos um pouco, abraçados. O garanhão de poucas atrás mostrava-se carinhoso agora. Acordei, pela manhã, com porra ainda escorrendo de meu cu – e o braço de Wander em torno de mim. Levantei, para tomar um banho, e senti as pernas bambas. No chuveiro, levei a mão até meu rabinho destruído e pude senti-lo todo arreganhado. Ele realmente tirara sangue de mim – ah, mas que bela maneira de perder sangue! Lavei meu cu com cuidado, ainda relembrando os momentos maravilhosos daquela noite e fomos tomar um café.
Saímos do motel por volta de 10 horas da manhã. Paguei a conta.

